Transportadoras têm aumento nas cotações de frete com a greve dos Correios

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Os Correios param em plena pandemia mesmo sabendo que as empresas Brasileiras estão tentando se virar com vendas online. Parece que, além da morte, a outra certeza que temos na vida é a de que os Correios vão entrar em greve. Até parece uma novela Mexicana.

Fundada na década de 60, os Correios são uma das empresas mais antigas do Brasil, e decreta neste momento difícil para todos os empresários Brasileiros, a sua 10º greve em 09 anos.

Acontece todo ano entre julho e setembro. As reivindicações sempre são as mesmas, só que este ano a principal desculpa é a não preocupação com a Covid-19. Segundo os responsáveis pela greve, a empresa não está dando a devida atenção aos cuidados para prevenção da Covid-19 aos seus colaboradores.

Só para se ter uma ideia, a greve deve impactar praticamente todo o país, e a pergunta é: como isso vai afetar a população Brasileira?

 

Greve dos correios impacta diretamente o e-commerce

O e-commerce utiliza os serviços dos correios por mera falta de opção. E pior, segundo relatos dos próprios empresários, é um serviço de má qualidade e com atendimento um tanto precário.

Essa greve em plena pandemia fez aumentar ainda mais a rejeição pelos Correios, muito por conta do desrespeito à população, o que por sua vez, só aumenta a pressão para a privatização da empresa.

 

E qual foi o impacto da greve especificamente no e-commerce?

Como é a principal responsável pelo envio de encomendas do país, o e-commerce foi o grande atingido, principalmente devido à situação que estamos passando hoje.

Foi exatamente por isso que houve um aumento considerável na procura por transportadoras, em torno de 25%.

Isso mostra o comprometimento das transportadoras em prol da população.

 

Qual é a solução?

Diante de tudo isso, as empresas estão buscando opções como as plataformas Melhor Envio, Mandaê, Total Express, que possuem parcerias com diversas transportadoras brasileiras e despacham encomendas para todo o Brasil.

As cotações nas transportadoras aumentaram bastante nesta última semana. E a tendência é só aumentar, especialmente se a greve dos Correios persistir por mais tempo.

Apenas lembrando que, cerca de 30% do comércio eletrônico depende exclusivamente dos serviços dos Correios, pois nem todas as transportadoras abrangem todos os municípios brasileiros.

Em nosso caso, a procura por transportadora de Goiânia para Macapá cresceu consideravelmente, mesmo não atuando no segmento de cargas fracionadas.

Isso pode ser explicado porque o site de nossa empresa aparece nas primeiras posições dos mecanismos de pesquisa nessa rota, logo, a procura por transportes de cargas só aumentou.

Mas é claro que é preciso pensar em uma solução mais concreta, não apenas para atender o e-commerce, mas empresas de menor porte que precisam dos Correios para funcionar.

 

Será que a privatização dos Correios vai sair do papel?

Há muito que se pensa em privatizar os Correios e essa ideia só se intensificou com a paralização dos seus funcionários.

A greve mostrou que a empresa passa por sérias dificuldades, não apenas no âmbito financeiro, mas também operacional.

Então, esse é o momento propício para discutir essa questão, embora não seja tão simples assim.

O problema é que a Constituição Brasileira teria que ser alterada, pois hoje os Correios detêm o monopólio do selo postal, e teria que abrir para a entrada de empresas privadas.

E caso não fosse privatizado, seria necessário fazer um investimento pesado, pois seu déficit está perto dos 2,5 bilhões e sem contar nos seus quase 100 mil funcionários.

Mas é uma questão que precisa ser pensada, pois não tem como não apenas pequenos empresários serem com a paralização, mas a população como um todo.

 

As encomendas de Goiânia para Macapá devem aumentar?

Como mencionado anteriormente, nosso segmento é voltado para de cargas de lotação no modal Rodoviário na rota Goiânia para Macapá. Apesar de não trabalharmos com encomendas, também conhecida como carga fracionada, nossa Transportadora em Goiânia estuda entrar nesse mercado, principalmente para atender a demanda de encomendas de Goiânia para Macapá.

A maior dificuldade que enfrentamos é o alto custo com coleta e entrega. As transportadoras em Goiânia, na verdade em todo o Brasil, têm dificuldades em trabalhar com algumas empresas devido à burocracia e desorganização.

Isso faz com que percam dinheiro por conta de caminhões parados na porta destas empresas, seja porque ainda não emitiram a nota fiscal ou mesmo porque não separaram as mercadorias, entre outros motivos.

E é exatamente por isso que ainda não estamos atuando no segmento de cargas fracionadas com destino ao Amapá.

Vamos acompanhar os próximos capítulos da novela “Greve dos Correios” e quem sabe montar um plano de negócios para estudar o mercado e disponibilizar este serviço aqui na QMIX Logística.

A nossa missão é que, ajudando empresas no transporte de cargas, estamos ajudando milhares de pessoas a terem acesso a alimentos, matérias primas, insumos, etc.

Então, vamos ver o que vai acontecer daqui para frente e pensar em uma solução para ajudar o e-commerce, especialmente aqueles voltados para o eixo Goiânia/Macapá.

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