Transportadoras digitais

Os profissionais com mais de 20 anos de experiência no modal rodoviário de cargas conseguem mensurar a evolução digital na documentação rodoviária que ocorreram nos últimos anos. Há alguns anos as transportadoras precisavam ter várias filiais ou pontos de apoio para emissão da documentação para que suas cargas seguissem viagem.

Grandes empresas que embarcavam cargas em diversos pontos no Estado de Goiás tinham despesas altíssimas com aluguel, energia, água, telefone e pessoal para emissão de toda documentação fiscal e rodoviária necessária para um caminhão seguir viagem. Os documentos eram CTRC (conhecimento de transporte rodoviário de cargas), o manifesto (relação de bens para efeitos fiscais) e a carta frete.

Quem não tinha filiais necessitava se deslocar da transportadora para levar a documentação em outras cidades para que os veículos conseguissem seguir viagem. Outra situação era que após carregado o motorista tinha a obrigação de voltar na transportadora para emissão da documentação e só depois seguir viagem, acarretando perda de tempo e dinheiro. Cargas de Goiânia para Macapá demoravam até dois dias a mais por conta desta falta de documentação eletrônica existente atualmente.

Hoje, independentemente de onde se carrega, ao concluir o carregamento a transportadora recebe as notas fiscais via e-mail, ou outros sistemas eletrônicos, e tem a facilidade de emitir toda documentação eletrônica e enviar ao motorista para que ele siga viagem imediatamente. Um estado de grandes proporções como Goiás essa facilidade agiliza e reduz muitos custos logísticos para a transportadora.

Imagine todo esse tempo perdido, tanto aguardando documentação, quanto se deslocando até a base, para emissão de documentos necessários para seguir viagem. Todo esse tempo gasto e combustível para deslocamento com certeza deve ter gerado despesas monstruosas para as transportadoras em Goiás que foram com certeza repassadas para os consumidores.

A tecnologia cada vez mais proporcionar economia de tempo, papel e pessoas. Os novos sistemas reduzem despesas e diversos custos que têm reflexos nos preços dos produtos para o consumidor final. Muito ainda pode ser melhorado. Ainda hoje, a burocracia exige a impressão de muitos documentos da transportadora que em breve serão desnecessários. Um exemplo é a QMIX Logística que transporta cargas de Goiás para Macapá, passando por 4 divisas de estados, perdendo horas nos postos fiscais por conta da conferência de documentos.

Se perde muito tempo ainda em barreiras nas divisas de estados para conferência de documentos. Isso tudo pode ser resolvido com a implantação de tecnologias de radiofrequência conhecida simplesmente pela sigla RFID (do inglês, Radio Frequency IDentification). Com sensores instalados nos caminhões e com essa tecnologia seria possível aos fiscais acessar dados sobre a carga a uma distância considerável. Os veículos da transportadora não precisariam ficarem horas aguardando conferência de documentos para continuarem sua viagem.

Uma transportadora de Goiás para Macapá poderia reduzir seu tempo de viagem até o destino em 24 horas por conta dessas novas tecnologias, trazendo redução no valor do frete e consequentemente produtos mais baratos nas gôndolas dos supermercados para os consumidores.

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