Existem dois modelos no mercado de assessoria, e é justo dizer qual é o nosso antes de qualquer outra coisa.
- Mídia espontânea. A assessoria oferece a pauta ao jornalista e torce para que ele se interesse. Cobra-se um valor mensal pelo trabalho de oferecer, não pela publicação. Quando dá certo, é o formato de maior credibilidade que existe. Quando não dá, o mês passa sem saída nenhuma e a conta vem igual.
- Publicação paga. O espaço editorial é contratado com o veículo. A matéria é escrita, aprovada por você e publicada em prazo definido. Você sabe onde vai sair, quanto custa e quando entra no ar, antes de pagar.
A QMIX trabalha com o segundo modelo, e boa parte das empresas que se apresentam como assessoria de imprensa também trabalha, seja como serviço principal, seja combinado com a mídia espontânea. Não é atalho nem substituto: é o formato que dá previsibilidade, que é exatamente o que falta no outro.
O que isso significa para você: +400 veículos brasileiros com preço, autoridade de domínio, tráfego e prazo visíveis antes de fechar. Você escolhe onde quer aparecer em vez de esperar para descobrir. Nossa redação escreve a matéria, você aprova o texto, o veículo publica e envia o endereço final. O link dentro da matéria é editorial e permanente, com 1 ano de garantia da QMIX: se a publicação sair do ar nesse período, republicamos sem custo.
O que não fazemos, para ficar claro: não prometemos capa de revista, não vendemos relacionamento com jornalista e não fazemos gestão de crise. Se o que você precisa é uma pauta disputada em veículo de circulação nacional por mérito editorial, o caminho é a assessoria tradicional, e vale contratar uma.